Plano de segurança Condominial: Saiba Identificar o Que é Importante

Com o aumento do índice de criminalidade no país, um plano de segurança condominial é praticamente indispensável.

Para assegurar a proteção do patrimônio e das pessoas que frequentam o condomínio é preciso contar com profissionais capacitados e certificados para essa tarefa. Por esse motivo, a procura pela terceirização dos serviços de segurança cresce a cada dia.

Uma estratégia de proteção bem elaborada pode proporcionar aos moradores maior tranquilidade e bem-estar. Continue a leitura e descubra como fazer um plano de segurança para o seu condomínio.

 

O que é plano de segurança condominial?

O plano de segurança condominial envolve diversas ações que visam identificar riscos. Dessa forma, é possível criar estratégias que promovam a segurança dos bens e das pessoas que frequentam o ambiente.

A partir dessa análise são calculados os investimentos em equipamentos, tecnologias e outros recursos de segurança que serão necessários.

Para que o plano de segurança seja eficaz deve ser feito de acordo com as necessidades de cada edifício. Sendo assim, não é possível pegar um planejamento pronto de outro condomínio, pois corre-se o risco de falhas na proteção.

 

Qual a importância do plano de segurança condominial?

O plano de segurança condominial é essencial para detectar e diminuir riscos, promovendo ações que assegurem a integridade física das pessoas e do edifício.

O seu objetivo principal é criar estratégias para afastar qualquer tipo de ameaça, como furtos, assaltos ou vandalismos.

Além disso, o plano de segurança prepara todos os envolvidos, tais como colaboradores e moradores, sobre o que fazer mediante situações de risco.

 

Quais são as etapas essenciais ao plano de segurança condominial?

Um plano de segurança condominial contém 5 passos fundamentais, conheça cada um abaixo:

1.      Avaliação de riscos

Essa etapa inclui uma avaliação ampla de todos os ambientes do edifício, o objetivo é identificar os locais com maior vulnerabilidade. Com isso, é possível criar estratégias para resolver os problemas e aumentar a segurança dos pontos críticos.

Por meio dessa análise é possível verificar a necessidade de equipamentos como câmeras de segurança ou cercas elétricas, por exemplo. Além disso, podem ser recomendados outras tecnologias para aumentar a proteção do condomínio.

 

2.      Simulação de invasão

Em alguns casos pode ser necessário realizar uma simulação de invasão controlada. Essa estratégia é utilizada para avaliar a resposta dos funcionários em situações de risco. Isso possibilita identificar falhas, aprimorar os serviços e aumentar a segurança.

 

3.      Planejamento de aquisição de equipamentos e serviços

Nessa etapa é feita a definição da quantidade de equipamentos necessários e em quais locais eles serão instalados. É importante que tenha materiais suficientes para atender a demanda de segurança do edifício.

Essa também é a hora de fazer cotações e avaliar orçamentos. Para isso, tão importante quanto estar atento ao custo é a apuração da idoneidade da empresa, se atende as exigências legais e a qualidade de serviços prestados.

 

4.      Normas de segurança

Se você já visitou algum condomínio com um plano de segurança bem elaborado deve ter percebido que existem regras estabelecidas para aumentar a proteção do local.

Por exemplo, você teve que se identificar, mostrar um documento com foto, explicar para onde estava indo ou quem estava visitando.

Isso tudo faz parte do protocolo de segurança que deve ser construído de acordo com as necessidades do condomínio e nível de riscos encontrados.

 

5.      Treinamento de colaboradores e orientação para condôminos

Assim como em qualquer empresa, os funcionários precisam ser bem treinados e qualificados para desempenhar as funções que ocupam.

Sendo assim, uma etapa fundamental do plano de segurança condominial é preparar os colaboradores para possíveis situações de risco, orientando as ações a serem tomadas nesses casos.

Também deve haver programas de conscientização para os moradores com o incentivo de boas práticas, como por exemplo, evitar deixar as portas e portões abertos ou os veículos destrancados.

 

Considerações finais

Um plano de segurança condominial é fundamental para aumentar a proteção do local e promover maior tranquilidade e bem-estar aos moradores.

No entanto, vale ressaltar que um dos erros mais cometidos é querer economizar demais nesse processo. Isso porque o risco de contratar uma empresa despreparada ou equipamentos ineficazes é muito grande, o que pode colocar o patrimônio e as pessoas em perigo.

Uma correta combinação entre recursos de segurança tecnológicos modernos e de profissionais qualificados é o caminho para a melhor relação custo/benefício.